VIII Ciclo de Master Classes

Cursos intensivos de prática instrumental, orientados por professores nacionais ou estrangeiros de reconhecido prestígio no plano nacional e internacional. É uma atividade de crucial importância para o desenvolvimento das aprendizagens dos alunos, onde surge a possibilidade destes tomarem contacto com outros profissionais da música e experienciarem outras formas de aprendizagem, quer em contexto de grupo, quer em partilha de experiências. Master classes:

 

24 e 25 de Fevereiro de 2020

Instrumento Professor do OLCA Professor Convidado
Fagote Gonçalo Pereira Carolino Carreira
Oboé Frederico Fernandes e Jorge Cardoso Louise Pellerin
Percussão António Casal André Dias
Violoncelo Mélanie Paula Marco Pereira

 

 

30 e 31 de Março de 2020

Instrumento Professor do OLCA Professor Convidado
Guitarra José Mesquita, Ilda Coelho e Sónia Leitão André Ferreira
Cravo Cláudio Carvalho Cândida Matos
Piano Vesna Manojlovic, Nádia Roseiro e Rui Daniel Marta Menezes
Canto Susana Teixeira e Elsa Felicidade Luís Rendas Pereira
Harpa Claire Santos Ana Ester Santos

 

 

1 e 2 de Abril de 2020

Instrumento Professor do OLCA Professor Convidado
Violino Ivana Dimitrijevic e João Pereira Jorge Vinhas
Violeta Luzia Lapo António Pereira
Contrabaixo Pedro Barbosa João Alves
Órgão de Tubos Rute Martins Sérgio Silva

 

 

Horários:

24 e 25 de Fevereiro de 2020–  9h30 às 12h30 – 14h30 às 18h30 (18h30 –Concerto Final e entrega de diplomas)

30 e 31 de Março de 2020–  9h30 às 12h30 – 14h30 às 18h30 (18h30 –Concerto Final e entrega de diplomas)

1 e 2 de Abril de 2020–  9h30 às 12h30 – 14h30 às 18h30 (18h30 –Concerto Final e entrega de diplomas)

 

Inscrições:

Masterclasses de 24 e 25 de Fevereiro de 2020 – Inscrições abertas até ao dia 17 de Fevereiro de 2020

Restantes masterclasses – Inscrições abertas até ao dia 23 de Março de 2020

As Masterclasses realizam-se com um nº mínimo de 10 inscrições

 

 

Preçário:

Alunos da EMOL 40€
Alunos de outras escolas 50€
Ouvintes 15€
Cada refeição 5€

 

Inscrições online em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfZF_iI-wyfbHdOu-NO7vDf7Dkc8k7mTgmY5fFJFFaxw1SgPA/viewform

 

Carolino Carreira – Fagote

Carolino Carreira iniciou a atividade de fagotista no Conservatório Nacional de Lisboa, onde terminou o curso em 1987. Entre 1987 e 1992 integrou a Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de S. Carlos. No ano lectivo 1988/89 concluiu uma pós-graduação no Royal Northern College of Music em Manchester, Inglaterra, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Desenvolve atividade como solista de instrumentos históricos e de fagote moderno na qual se incluem as estreias nacionais de obras do repertório fagotístico tais como o Concerto para Fagote e orquestra de sopros de Frigyes Hidas, com Banda Sinfónica da PSP (2009), o Concerto para Fagote e orquestra Op.2 de F. Berwald com a Orquestra Sinfónica Portuguesa (2010). Numa vertente de investigação sobre repertório romântico português realizou a estreia moderna de Fantasia para fagote e banda sobre temas de R. Devreux de Santos Pinto (2011), de Fantasia para fagote e orquestra de Augusto Neuparth com a Orquestra ESART (2014) e da Rêverie para fagote e piano de F. Santos Pinto com o pianista João Paulo Santos (2015). Em 2018, na qualidade de diretor musical e intérprete, realizou o primeiro registo em CD de obras solísticas para instrumentos de sopro e banda de Francisco Santos Pinto com o titulo: Belcanto e virtuosismo instrumental do romantismo português.  

Com a Orquestra Sinfónica Portuguesa apresentou-se diversas vezes a solo interpretando obras como a Sinfonia Concertante para Sopros e orquestra (1996) e Concerto para Fagote (2013) de W. A. Mozart.

É licenciado em Fagote pela ESART-IPCB e doutorando em Música- Interpretação na Universidade de Évora

É professor na ESART-IPCB, na Academia de Música de S. Cecília e no Conservatório Regional de Artes do Montijo

Desde 1993 integra a Orquestra Sinfónica Portuguesa como 1º Fagote solista.

 

Louise Pellerin – Oboé

A vida escolheu o contrário para alguém que acreditava que ela poderia terminar os seus estudos na Europa, e em seguida voltar para casa, Québec para continuar com outras coisas. Em poucos anos, Louise Pellerin tornou-se uma dos grandes oboístas do mundo. Louise Pellerin disfruta de uma excecional carreira internacional como solista e como músico de câmara. Foi convidada nos festivais mais prestigiados do mundo, como Atenas, Buenos Aires, Lucerna, Zurique, Salzburgo, Viena, Berlim, Londres, Paris, Roma, Singapura, Tóquio, São Francisco, Montréal, Toronto.

Louise Pellerin é artista Marigaux, oboé solo da Camerata Salzburg e Cappella Andrea Barca e tocou ao lado de Heinz Holliger, de Andras Schiff, de Erich Höbarth, de Leonidas Kavakos, de Radovan Vlatkovic, de Denes Varjon, de Jörg Widmann.

Depois de receber dois primeiros prémios do Conservatório de Música de Montréal, Louise Pellerin passou a estudar com Heinz Holliger em Freiburg (Alemanha), onde obteve o prestigioso diploma de solista com alta distinção. Foi premiada pelo Conselho de Arte do Canadá, pelas Jeunesses Musicales du Canada e pelo Governo de Québec. Ganhou concursos em Montréal (MSO), La Chauxde-Fonds (Suíça) e Belgrado (Sérvia).

Uma professora apaixonada, Louise Pellerin é professora Na Universidade de Artes de Zurique e membro do corpo docente da Orford Academy. Ela dá masterclasses no Canadá, França, Alemanha, Suíça, Itália, Venezuela e é convidada para júris em competições internacionais.

Ao longo de sua carreira, Louise Pellerin foi solista com a Orquestra de Rádio Colônia, Camerata Berna, Camerata Zürich, ZürcherKammerorchester, Collegium Novum, Orquestra de Festivais de Budapeste, Württembergisches Kammerorchester e a Orquestra de Câmara da Europa. No Québec ela toca com Dom André Laberge, Luc Beauséjour , Olivier Godin, Robert Langevin, Jean François Rivest, Jacques Lacombe, Quatuor Alcan, I Musici deMontréal, Orquestra Sinfônica de Montréal, Les Violons du Roy.

Louise Pellerin fez gravações com Atma, Decca, Denon, DGG, Novalis, Philips, Rádio-Canadá, WDR e Arte.

 

 

André Dias – Percussão

André Dias licenciado em percussão e mestre em Ensino de Música pela ESMAE (Porto), foi distinguido com bolsas de mérito em todas as instituições que frequentou. O trabalho junto de compositores portugueses tem sido uma das premissas da sua atividade artística, participando em projetos inovadores como Cara Ano Zero (2014) e A.bel – música interativa (2015), e estreando dezenas de obras, das quais se destacam Drive_! (2013) para multi-percussão e eletrónica de Igor Silva e The Colour of a time (2015) para percussão solo, eletrónica e orquestra de Daniel Martinho. Enquanto solista tocou com a Munchner Symphoniker, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfonieta da ESMAE, Orquestra Sinfónica da AMCC. Foi distinguido nos mais variados concursos, dos quais se destacam: 2º prémio no VI International Percussion Competition – Fermo (2008), vencedor do Concurso Helena Sá e Costa (2011), 1º prémio no Prémio Jovens Músicos – 27ª edição, percussão solo – nível superior (2013), ao qual se seguiu o prémio especial European Union of Music Youth Competitions. Em 2014 foi um dos semi-finalistas do prestigiado Tromp Percussion Competition – Eindhoven e foi selecionado para Lucerne Festival Academy onde interpretou a obra “Portugal” de Johannes Maria Staud, para percussão solo. Em 2015 foi selecionado para o New Talent (Bratislava), organizado pela European Broadcasting Union, em representação da Antena 2. Já em 2016 alcançou o 1º prémio no I Concurso Internacional da Beira Interior. Atualmente é docente na Academia de Música de Costa Cabral, Escola Profissional de Música de Espinho, e professor assistente convidado na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART), diretor artístico do Concurso Internacional de Percussão – Gondomar 2018, chefe de naipe da Banda Sinfónica Portuguesa, 1º reforço na Orquestra Sinfónica do Porto – CdM, membro do Pulsat Percussion Group, e colabora regularmente com o Drumming GP.

 

 

Marco Pereira – Violoncelo

Marco Pereira estudou violoncelo na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo e na Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, com Paulo Gaio Lima. Frequentou posteriormente a Escuela Superior de Música Reina Sofia, em Madrid, onde foi aluno de Natalia Shakovskaya. Durante este percurso teve a oportunidade de trabalhar com outros grandes mestres do violoncelo como Natalia Gutman, Gary Hoffman, Phillipe Muller, ou Ivan Monighetti.

O quarteto de cordas esteve sempre presente na sua carreira, desde muito cedo, atingindo o seu auge com a fundação do Quarteto de Cordas de Matosinhos. Este quarteto foi selecionado como ECHO Rising Stars 2015.

Em 2003, Marco Pereira venceu o concurso da Juventude Musical Portuguesa, nas categorias de Música de Câmara e Violoncelo – nível superior, e recebeu o prémio Maestro Silva Pereira do Prémio Jovens Músicos. A nível internacional, foi-lhe atribuído um 1.º prémio no concurso Liezen International Wettbewerb für Violoncello, na Áustria. Recebeu também o 1.º premio no VI Certamen de Música de Cámara del Sardinero, em Santander, em 2006.

Marco Pereira é 1.º Solista no naipe de violoncelos da Orquestra Gulbenkian. Apresenta-se regularmente como solista de concerto, tendo colaborado com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Joensuu Orchestra (Finlândia) e a Orquestra do Atlantic Music Festival (E.U.A.), entre outras. Foi professor de violoncelo na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho. Desde 2011, é D’Addario Bowed Artist e Faculty Artist do Atlantic Music Festival – Watterville (E.U.A.).

 

André Ferreira – Guitarra

André Ferreira, natural de Leiria, começou a tocar guitarra aos 12 anos, inspirado pelo seu irmão mais velho.

A sua paixão pelo instrumento cresceu rapidamente até que decidiu seguir uma carreira musical profissional. André dedica-se constantemente a aperfeiçoar as suas habilidades performativas e o seu conhecimento musical para motivar os amantes da música e as gerações mais jovens a cultivarem esta maravilhosa arte. Acredita firmemente que a expressão musical é o resultado da experiência de vida, entorno cultural e, acima de tudo, comunicação. Como artista já actuou em vários países europeus, incluindo Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Inglaterra, Alemanha e Áustria.

André estudou com Margarita Escarpa no Conservatório Superior de Música de Vigo (Espanha), com Tilman Hoppstock na Akademie für Tonkunst Darmstadt (Alemanha) com Paolo Pegoraro na Universität für Musik und darstellende Kunst Graz (Áustria) e atualmente estuda com Ricardo Gallén na Hochschule für Musik Franz Liszt Weimar (Alemanha).

André já teve a oportunidade de participar em masterclasses com professores reconhecidos internacionalmente, como Carlo Marchione, David Russell, Lorenzo Micheli e Paul O’Dette.

André Ferreira publicou o seu primeiro CD “Sonatas” em 2017, gravado no Estudio Mans em Espanha.

 

Cândida Matos – Cravo

Cândida Matos iniciou os seus estudos musicais com o piano, tendo estudado com Mário de Sousa Santos, Joel Canhão, Campos Coelho, Tereza Vieira e Olga Pratts.

Posteriormente dedicou-se ao cravo, tendo iniciado os seus estudos no Conservatório Nacional, com Cremilde Rosado Fernandes. Seguidamente estudou com Ton Koopman no Sweelinck Conservatorium Amsterdam, Holanda, e com Ketil

Haugsand na Academia de Música Antiga de Lisboa. Realizou masterclasses com os cravistas Robert Wooley, Jacques Ogg, Hans Knut e Kenneth Weiss.

Em 1999, fundou, juntamente com o flautista Olavo Tengner Barros, o grupo Contraverso e, presentemente, integra o Ensemble D. João V, com a soprano Sandra Medeiros, ambos agrupamentos dedicados à interpretação da música barroca em instrumentos da época. Criou, com o cravista Júlio Dias, o Duocembalo, duo de cravos.

Foi cravista assistente dos Cursos Internacionais da Academia de Música Antiga de Lisboa. Colaborou com a Orquestra do Norte, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orchestra Utópica, Segréis de Lisboa, Orquestra de Câmara de Aveiro, Orquestra Sinfonia B de Lisboa e Portugalante Ensemble.

Participou, entre outros, nos Festivais de Música da Costa do Estoril, Festival Ibérico de Badajoz, Festival de Órgão de Mafra, Festival de Música da Póvoa do Varzim, Temporada de Música Antiga de Oeiras, Festival de Música Antiga de Ponta Delgada – Açores, Encontros de Música Antiga de Loulé, Concertos Comentados do Foyer no Teatro Nacional de S. Carlos, Festival Cistermúsica de Alcobaça, e Concertos no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian.

Realizou um trabalho pioneiro no ensino do cravo no nosso país, tendo criado as Classes de Cravo nos Conservatórios de Música de Aveiro e de Coimbra. Desde 2000 é Professora de Cravo na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa. Realizou o Mestrado em Cravo na Escola Superior de Música de Lisboa, projecto artístico sobre as Peças de Carácter de Carl Philipp Emanuel Bach.

 

Marta Menezes – Piano

Vencedora do 1º Prémio no Concurso Beethoven no Royal College of Music, em Londres, e no Concurso Internacional de Piano de Nice Côte D’Azur, Marta Menezes conta ainda com outros prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha e França.

Apresenta-se regularmente em concerto, a solo, em música de câmara e com orquestra, tendo atuado em diversos países na Europa, em Cabo Verde, nos Estados Unidos e na China.

Marta tem um papel activo na divulgação da música portuguesa em Portugal e no estrangeiro. Fez a estreia de várias obras de compositores portugueses contemporâneos e desenvolveu vários projectos dedicados a este repertório, em Portugal e no estrangeiro. Recebeu em 2014 a “Medalha de Prata de Valor e Distinção” pelo seu percurso enquanto pianista, atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa.

Marta fez a sua Licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do pianista Miguel Henriques. Prosseguiu os seus estudos no Mestrado em Música na mesma instituição, sob a orientação de Miguel Henriques e Jorge Moyano, onde concluiu o curso com a classificação máxima. Terminou em 2013 o seu segundo mestrado no Royal College of Music (Londres) com distinção, tendo estudado com Dmitri Alexeev e Andrew Ball.
Enquanto doutoranda na Universidade de Indiana – Jacobs School of Music, nos Estados Unidos, trabalhou com o pianista Arnaldo Cohen. Encontra-se a terminar o Doutoramento, cujo trabalho final se intitula “Obras para Piano e Orquestra de Compositores Portugueses”.

 

Luís Rendas Pereira – Canto

Luís Rendas Pereira tem-se apresentado regularmente como solista no âmbito da ópera, oratória e canção. Estudou no Instituto Gregoriano de Lisboa. Ingressa no Curso Superior de Música na Universidade de Aveiro, onde conclui a Licenciatura em Música e o Mestrado em Ensino de Música.

Destacam-se as participações operáticas como protagonista em Le Nozze di Figaro (Conde), Cosi fan tutte (Guglielmo) e Der Schauskspidrektor (Buff) de W. A. Mozart, The Old maid and the thief (Bob) e O telefone (Ben) – versão portuguesa – de G. Menotti. Trabalhou com os Encenadores Mário Moutinho, Claudio Hochman, António Durães, Cláudia Marisa, Paulo Lapa, Kevin Phela e Roberto T. Vecchia. Cantou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra ESMAE, Orquestra do Zêzere Festival Arts, sob direcção dos maestros A. Vassalo Lourenço, A. Saiote, J. Ferreira Lobo e Brian Mackay, entre outros.

Interpretou um vasto repertório no âmbito da oratória e concerto. Destacam-se a participação no “Te Deum” de Charpentier, o papel de Adão em “A Criação” de J. Haydn, os solos nas cantatas BWV 36, 133, 4ª cantata da Oratória de Natal e Magnificat de Bach (gravado para a RTP). Cantou já os solos dos “Requiem” de W. A. Mozart, G. Fauré e M. Duruflé e F. Delius. Merecem também referência a participação como barítono solista no “Das Berliner Requiem” de Kurt Weil, 9ª sinfonia de L. V. Beethoven e a Cantata Gnóstica de Jorge Salgueiro. Nos concertos referidos apresentou-se com diversas orquestras e formações como a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Barroca da Casa da Música, Orquestra Clássica de Espinho, Remix Ensemble, Orquestra do Norte, Orquestra ESART, entre outras. Para além de maestros anteriormente referidos foi dirigido por Lawrence Cummings, Paul Hillier, Cesário Costa, Baldur Brönnimann, Vasco Negreiros e Gonçalo Lourenço.

Integra desde 2011 a formação base do Coro da Casa da Música onde tem interpretado os mais variados repertórios das mais diversificadas épocas, desde a idade média até ao século XXI, desde repertório de câmara como até ao repertório sinfónico e onde tem feito vários solos. Trabalhou com maestros como Christoph König, Paul Hillier, Simon Carrington, Philip Pickett, Laurence Cummings, Martin Andre, Michail Jurowsk, Olari Elts, Paul McCreesh, entre outros.

Durante o seu percurso na Universidade de Aveiro foi aluno da soprano Isabel Alcobia. Fez o seu aperfeiçoamento artístico na A2DV, frequentando o “Vocal Performance Certificate” com e Patricia MacMahon, Carla Caramujo, trabalhado regularmente Lieder com Wolfgang Holzmair. Conclui em 2017 uma Pós-Graduação em Ópera na ESMAE. Trabalha regularmente com os professores Susan Waters e Pierre Mak e tem participado em inúmeras masterclasses de canto a nível nacional e internacional, de onde se destacam os professores Francisco Lazaro, Brian Gill, Peter A. Wilson, Håkan Hagegård, Norma Enns, Stephen Robertson, Lina Maria Akerlund e interpretação com João Paulo Santos, Enza Ferrari e Miquel Ortega Pujol.

Luís Rendas Pereira foi vencedor do 1º prémio (ex-aequo) no Concurso Internacional de Santa Cecília em 2013 e do 3º prémio no XV Concurso Internacional Cidade do Fundão em 2014 e 2016. Tem-se apresentado desde 2014 em vários recitais com a pianista Rita Seara em espaços como o Teatro do Campo Alegre e Casa da Música (Porto), Pavilhão Centro de Portugal (Coimbra), Casa de Fralães (Barcelos) Hotel Moliceiro (Aveiro) e também em França no Festival de Mesnil Saint Martin, entre outros.

É professor de Canto, Coro e Classes de Conjunto no Conservatório de Música e Artes do Dão. Tem preparado diversos alunos premiados em concursos de canto e candidatos aptos ao ensino superior. Dirige também o Coro Magnus D’Om (Filarmónica de Santa Comba Dão), com os quais tem apresentado dezenas de concertos. É director vocal nas produções dos musicais AMAD “Da pedra lascada à Broadway” (2017) e “O Homem de La Mancha” (2018), com direcção artística de José Rui Martins. É professor de Técnica Vocal no Zêzerere Festival Arts desde 2015.

 

 

 

Ana Ester Santos – Harpa

Ana Ester nasceu em 1995, na região de Leiria e iniciou os seus estudos de harpa aos seis anos no Orfeão de Leiria – Conservatório de Artes. Completou o mestrado em performance (especialização em solo performance e em orquestra) no Conservatorium Van Amsterdam, Holanda. Durante este percurso teve como mentoras Erika Waardenburg e Sandrine Chatron, tendo feito também Erasmus na escola Hanns Eisler, em Berlim, Alemanha.

Foi academista na Nederlands Philharmonisch Orkest, onde tocou em produções sinfónicas da temporada de 2017/2018 nas mais famosas salas de concerto na Holanda.

Atualmente colabora com orquestras como a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Filarmónica Portuguesa e Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Tocou também com várias orquestras jovens enquanto viveu no estrangeiro. Entre elas a Neue Philharmonie de Berlim, a NJO – Orquestra Jovem Nacional Holandesa, a Silk Road Symphony Orchestra e a Orquestra Sinfónica do Conservatorium Van Amsterdam.

Como solista apresentou-se em vários palcos e eventos, com destaque para a participação no Concerto em honra de Sua Majestade o Rei da Tailândia Bhumibol Adulyadej, em Outubro de 2019, Bangkok. Em Agosto de 2018 foi solista, juntamente com a flautista Filipa Lima, na performance do Concerto para harpa e flauta de W. A. Mozart no Festival Música à Sua Porta, Viana do Castelo. Destaca-se também o recital a solo na International Harp Friends Meeting 2016 na Holanda

Teve a oportunidade de aprender com harpistas de renome em masterclasses com, por exemplo, Sivan Magen, Anneleen Lenaerts, Elisabeth Fontan-Binoche, Gwyneth Wentink, Skaila Kanga e Frederique Cambreling.

 

Jorge Vinhas – Violino

Nascido em Castelo Branco em 1977, Jorge Vinhas iniciou os seus estudos de violino no Conservatório daquela região aos 11 anos de idade, na classe da professora Hadewich Steenbergen. Em 1995 ingressa na Academia Nacional Superior de Orquestra nas classes da professora Lígia Soares Silva e do professor Fulvio Liviabela.

Em 2002 conclui a sua licenciatura em violino na Escola Superior de Música de Lisboa com o professor Aníbal Lima.

Paralelamente frequentou diversas master-classes em Portugal e no estrangeiro sob a orientação dos professores Gerardo Ribeiro, Boris Kuniev, Igor Suliga, elementos do Edimburg Quartet, Leon Spierer, entre outros.

Colabora com diversas orquestras entre as quais a Sinfonietta de Lisboa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra do Norte, Orquestra das Beiras e como professor da Orquestra Sinfónica Juvenil, com a qual se apresentou a solo no festival da Juventude 2002 em Tianjin, na China.

Em 2010 fez formação pedagógica com Betty Haag na Betty Haag Academy of Music em Chicago nos Estados Unidos.

Lecciona actualmente violino e classe de conjunto no Conservatório Regional de Setúbal.

 

António Pereira – Violeta

António Pereira nasceu em Mirandela, onde iniciou os seus estudos musicais. Ingressou na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto na classe de violeta do Professor Ryszard Woycicki, com quem terminou a Licenciatura em Viola com as mais altas classificações.  Admitido à Cátedra de Viola do insigne violetista e pedagogo Gerárd Caussé na Escuela Superior de Musica Reina Sofia – Madrid, António Pereira continuou aí a sua formação com Jensen Horn-Sin Lam e Diemut Poppen em Violeta, e com Rainer Schmidt em Música de Câmara.

No alargamento dos seus horizontes interpretativos, participou em diversas Masterclasses com músicos como Ana Bela Chaves, Gérard Caussé, Nobuko Imai, Ryszard Wóycicki, Richard Gwilt, Ulrich Eichenauer, Walter Levin e Wolfram Christ, entre outros.

Mestre em Ensino de Música pela Universidade de Aveiro, António Pereira leciona a cadeira de Violeta na Escola Superior das Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) como professor especialista, e na Universidade de Aveiro (UA). Orienta regularmente masterclasses de Violeta, e os seus alunos são anualmente distinguidos em vários concursos.

António Pereira é membro fundador do Al Trio.

A sua formação violetística é continuamente desenvolvida sob orientação e conselho de Ana Bela Chaves.

 

João Alves – Contrabaixo

João Vitor Monteiro Alves, nasce a 24 de Abril de 1989 em Mirandela.
Inicia os seus estudos musicais aos 10 anos em piano, tendo aulas particulares.

Aos 12 anos ingressa na Escola Profissional de Artes de Mirandela (ESPROARTE), na classe de oboé com a professora Sandra Monteiro. Insatisfeito, troca de instrumento para contrabaixo na classe do professor Alexandre Storojouk onde termina o 8º grau. Durante o seu percurso escolar na Escola Profissional, participou em 4 estágios APROARTE dirigido pelo maestro Ernst Schelle e acompanhou os solistas Soyoung Yoon, Boris Belkin, Kyoko Yonemoto, Alexandre da Costa e Romain Garioud. Foi finalista com a Camerata de cordas da ESPROARTE no concurso “Eixo Atlântico” em Espanha ficando em 2.º lugar.

Enquanto estudante realizou masterclasses com os professores Yuri Akseonov, Vladimir Kouznetsov, Artur Slavomir Marzec e Manuel Rêgo.
Em 2009 ingressa na Escola Superior de Música De Lisboa (ESML) na classe do professor Manuel Rêgo, termina os seus estudos em 2012 com nota final de instrumento de 19 valores.

Desde 2009 é convidado a fazer reforço em diferentes orquestras, entre elas: Orquestra Gulbenkian sendo dirigido pelos maestros Pietari Inkinen, Simone Young, Thomas Adès, Lawrence Foster, Paul McCreesh, Pedro Carneiro, Hannu Lintu e Frédéric Chaslin, e acompanhou os solistas Dmitri Makhtin, Birgit Kolar, Jean-Efflam Bavouzet, David Lefèvre, Patricia Petibon e Rudolf Buchbinder; Orquestra da Metropolitana onde foi dirigido pelos maestros Cesário Costa, Jean-Marc Burfin e Michael Zilm; Orquestra Sinfonietta dirigido pelo maestro Vasco Azevedo e acompanhou vários solistas, entre eles, o Andrea Bocelli;  Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (OCCO) onde é dirigido pelo maestro Nikolay Lalov; Orquestra Sintra Estúdio de Ópera de Sintra onde foi dirigido pelos maestros Jean-Sébastien Béreau, Carlos Silva e Cesário Costa.

Participou em masterclasses com os professores Yuri Akseonov, Adriano Aguiar, Christopher Bereau, Catalin Rotaru, entre outros. Ingressou a Banda Sinfónica do Exército entre os anos de 2013 a 2016. Termina o mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa em Dezembro de 2017. Pertence ao quadro permanente da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana como músico contrabaixista desde Dezembro de 2017. Leciona na escola Centro de Artes e Ofícios Roque Gameiro (CAORG) em Minde e no projecto Orquestra Geração de Lisboa.

 

 

Sérgio Silva – Órgão de Tubos

Mestre em Música pela Universidade de Évora, Sérgio Silva começou por estudar órgão no Instituto Gregoriano de Lisboa sob a orientação de João Vaz e António Esteireiro.

Para além dos seus estudos regulares, teve oportunidade de contactar com diversos organistas de renome internacional, tais como, José Luiz González Uriol, Luigi Ferdinando Tagliavini, Jan Willem Jansen, Michel Bouvard, Kristian Olesen e Hans Ola Ericsson.

Como concertista, apresenta-se regularmente, tanto a solo como integrado em diversos agrupamentos nacionais de prestígio, tendo actuado em Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra, França, Alemanha e Macau.

Actualmente, desempenha as funções de docência de órgão no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola de Música Sacra de Lisboa, e é organista titular da Basílica da Estrela e da Igreja de São Nicolau (Lisboa).

VII Ciclo de Master Classes

 

 

 

Inscreve-te até 9 de dezembro

Professores:
Stephen Mason – Trompete
Stephen Mason diplomou-se no Royal College of Music, em Londres, que frequentou entre 1980 e 1984, tendo-lhe sido atribuídos o “First Year Brass Prize” (1981) e o “College Top Brass Prize” (1983). Gravou com a Orquestra da BBC e ocupou o lugar de primeiro trompete na Orquestra Sinfónica de Bournemouth.
Em Portugal, foi primeiro trompete na Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, lugar que ocupou até à sua extinção em 1992. Foi também primeiro trompete na Orquestra Sinfónica Portuguesa, ocupando essa posição desde a sua fundação, em 1993, até 1997. Atualmente, é primeiro trompete solista na Orquestra Gulbenkian.
Em 1994 integrou a Filarmónica de Londres na interpretação da 2ª Sinfonia de Mahler, no âmbito do evento Lisboa 94.
Tem tocado com vários conjuntos de música de câmara, tendo sido transmitidas pela RDP as interpretações de História do Soldado de Stravinsky, Quiet City de Copland e Concerto Brandeburguês nº 2 de J. S. Bach. Ao longo dos últimos anos, tem-se dedicado ao trompete natural, interpretando vários concertos para trompete e cordas, incluindo o Concerto Brandeburguês nº 2. É membro fundador do quinteto de metais Hot Brass de Portugal, formação essa dedicada à divulgação da música clássica e ligeira, tendo atuado em vários festivais em Portugal.
Luís Sousa – Trompa
Luís Sousa é licenciado e pelo Instituto Politécnino de Lisboa – Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou com os professores Jonathan Luxton e Paulo Guerreiro.
Frequenta atualmente o 2° ano do Mestrado em Música no ramo de Performance na Universidade de Aveiro com a orientação do professor Bernardo Silva.
Participou em diversos seminários, cursos, simpósios e masterclass orientados por Froydis Ree Wreke, Stefan Dohr, Sarah Willis, Thomas Hauschild, Will Sanders, Jose Sogorb Jover, Abel Pereira, Bernardo Silva, Paulo Guerreiro, Will Sanders, Jonathan Luxton, Philip Myers, Radovan Vlatkovich, Ab Koster, Markus Maskunitty, Vicente Zarzo, Jonathan William, Michael Walker, Jan Harshagen, Andrew Budden.
Como trompista convidado colaborou com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian, Orquesta Clásica Santa Cecilia (Espanha), Orquestra Filarmónica de Jalisco (México), Classic Chamber Concert Orchestra (USA), Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Clássica da Madeira, Divino Sospiro, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra da Costa Atlântica, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Lisbon Film Orchestra, e foi membro da Banda da Armada Portuguesa.
Trabalhou com ilustres maestros, solistas de renome nacional e internacional entre eles David Zinman, Krzysztof Penderecki, Valery Gergiev, Vasily Petrenko, Laurence Foster, Philliphe Entremont, Michel Sanderling, Baldur Brönnimann, Laurent Wagner, Plácido Domingo, Michael Boder, Simone Young, Miguel Hart-Bedoya, Jean-Sébastien Béreau, Pedro Neves, Nuno Coelho, Pedro Carneiro, Julia Jones, Andrea Barizza, Dorian Wilson, Constantine Orbelian, Agnieszka Duczmal, Marco Parisotto, Sergio Alapont, Jesus Medina, Joana Carneiro, Martin André, Maxime Tortelier, Jayce Ogren, Case Scaglione, Elina Garanca, Letecia Altamirano, Elisabete Matos, entre outros.
Foi docente de trompa na Orquestra Geração e Academia de Música de Alcobaça, orienta regularmente masterclasses, festivais de música, estágios nacionais e internacionais de orquestra.
Apresentou-se a solo interpretando obras de referência para a trompa de Weber, Mozart, Schubert, Schumann, Brahms, Franz Strauss, Richard Strauss, Rossini, Messiaen, Alex Poelman e Carrapatoso.
No presente ano foi semi-finalista do concurso mundial “27th World Music Competition – Brass Category” em Vienna.
Ocupou o lugar de Solista B na Orquestra Clássica da Madeira e Trompa Principal na Orquestra Filarmónica de Jalisco no México.
Atualmente é Trompa Principal convidado da Orquesta Clásica Santa Cecilia em Madrid.
Jarrett Butler – Trombone
Nasceu em Mansfield (perto de Nottingham – Inglaterra) e começou a tocar trombone numa Brass Band neste local aos doze anos de idade.
É ex-Primeiro Trombone de famoso Grimethorpe Colliery Brass Band (o filme “Os Virtuosos”). Aos 18 anos prosseguiu estudos no Royal Northern College Of Music,Manchester. I Estudou com Peter Gane (Trombone Principal Orquestra Sinfónica de Londres e director de Guildhall School of Music, Londres), Andrew Berryman (Trombone Principal Hallé Orchestra, Manchester), Christopher Houlding (Opera National de Inglaterra) e muitos professors ocasionais, incluindo Ian Bousfield, Christian Lindberg, Jaques Mauger, Dudley Bright e Denis Wick. Posteriormente ganhou vários prémios, incluindo o Philip Jones Prize para instrumentistas de orquestra e conseguiu a mais alta qualificação, GMusRNCM(Honours).
Trabalhou em Inglaterra e Portugal com todas as Orquestras principais. Desde 1993 e Primeiro Trombonista na Orquestra Sinfònica Portuguesa (Solista A).
Foi Professor de Música de Câmara de Academia Nacional Superior de Orquestra e Professor convidado no Instituto Piaget e do Euphónio na Universidade de Évora. Atualmente e Professor de Trombone na Universidade de Aveiro. E membro fundador de Quinteto dos Metais Lisbon Brass. Tambem e um compositor/arranjador associado o Scherzo Editions. Trabalhou com muitos orquestras inglesas incluindo o Hallé Orchestra, City of Birmingham Symphony Orchestra, BBC National Orchestra of Wales, Opera North e o Scottish Opera
É regularmente convidado para dar Master Classes / Recitais e participou no 32º Oficina da Musica em Curitiba, Brasil 2013 e como Solista International convidado no Festival Brasileira dos Trombones em Natal Brasil 2015.
É Director Artisico de Banda Salesianos Bicesse e Manique desde Novembro 2015.
Vai atuar como Solista (Dream por Trombone e Cordas do Andrew Cadima) com a Orquestra Sinfónica Portuguesa em Janeiro 2020

João Pedro Silva – Saxofone

É na liberdade artística que João Pedro Silva encontra o seu lugar e no saxofone a sua voz. O gosto pela diversidade e pelo cruzamento de estéticas constituem o caminho aberto que o saxofonista tem construído há mais de 25 anos.
Artista internacional YAMAHA e D’ADARRIO WOODWINDS, João Pedro Silva apresenta-se regularmente a solo, destacando-se os concertos com a Orquestra de Câmara da GNR, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Sopros da Metropolitana, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Banda da Armada Portuguesa, Percussões da Metropolitana, Ensemble de Saxofones del Liceu (Barcelona), Banda de Música SFH, Ensemble de Palhetas duplas, entre outras.
Como convidado tem integrado diversas formações, destacando-se Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Big Band do Hot Clube de Portugal, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Solistas de Lisboa, tendo trabalhado com conceituados maestros como Eric Stearn, Alain Guingal, Wayne Marshall, entre outros.
É membro do Bros Quartet, Artemsax, Duo Pedro Santos e João Pedro Silva, L.U.M.E. – Lisbon Underground Music Ensemble, Duo João Pedro Silva e Pedro Vieira de Almeida, Tenor Saxophone Colletive e TERRA, com os quais se tem apresentado por todo o País e Estrangeiro e editou diversos trabalhos discográficos.
É Professor de Saxofone e Música de Câmara na Escola Profissional de Música da Metropolitana, e Conservatório Regional de Palmela.
É membro fundador e vice-presidente da APS Associação Portuguesa do Saxofone. Integrou a organização do EURSAX 17, Congresso Europeu de Saxofone.
É Diretor artístico do FISP Festival Internacional de Saxofone de Palmela e do Ensemble de Saxofones da Metropolitana.
Mestrado em Música – Performance (saxofone) e Mestrado em Ensino da Música (saxofone) pela Escola Superior de Música de Lisboa. Doutorando em música, performance, na Universidade de Évora.
Natural de Palmela, iniciou os seus estudos musicais na Sociedade Filarmónica Humanitária, em Palmela, com o Professor Silvério Camolas. Estudou na Escola Profissional de Música de Almada com Alberto Roque, na Escola de Jazz Luís Villas Boas (Hot Clube de Portugal) com Pedro Moreira e na Escola Superior de Música de Lisboa com José Massarrão. Em regime de Masterclasse também estudou com Daniel Deffayet, James Houlik, Jean-Marie Londeix, Claude Delangle, Jean-Yves Formeau, Vicent David, Carlos Martins, Jerry Bergonzi entre outros. Foi laureado de diversos concursos nacionais e internacionais.
Representou Portugal no XIV, XVII e XVIII Congresso Mundial de Saxofone em Liubliana, Estrasburgo e Zagreb, respectivamente, onde se apresentou com duo João Pedro Silva e Pedro Vieira de Almeida, Quarteto Artemsax. BROS Quartet, fusiON OUT, Tenor Sax Colletive, D’Addario Ensemble, Ensemble de Saxofone da Metropolitana e foi convidado para ser orador numa conferência sobre nova pedagogia musical no âmbito da aprendizagem do saxofone.
É membro fundador do quarteto internacional de saxofones BROS quartet, com o qual gravou e editou o disco “Pagine”, de Salvatore Sciarrino, editado pela editora Italiana Stradivarius.
Obteve o reconhecimento, pelo Ministério da Cultura, pelo disco/espetáculo “Entre Paredes”, do Quarteto Artemsax, tendo este sido declarado de “Relevância Cultural. Com o mesmo quarteto realizou uma tournée por Guiné-Bissau a convite do Instituto Camões e da Embaixada Portuguesa em Bissau. Ainda com os Artemsax recebeu o “Prémio Carlos Paredes” de melhor disco de música Portuguesa editado em 2016 (ex-áqueo com o disco do fadista Ricardo Ribeiro).
Foi condecorado pela Câmara Municipal de Palmela com a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro.
Trabalha regularmente em colaboração artística com diversos compositores, na criação de novo repertório para saxofone. Tem estabelecido uma contínua parceria com a Antena 2 nos projetos realizados.
Foi jurado convidado de 32ª edição do Prémio Jovens Músicos.
Como solista editou os discos “TIBI – Nova Música Contemporânea Portuguesa e Americana para saxofone” e “João Pedro Silva interpreta Jorge Salgueiro”, volumes I e II, os dois primeiros de uma trilogia discográfica, que visa editar, em disco, a obra integral para saxofone do compositor Jorge Salgueiro (com a participação de Pedro Vieira de Almeida, no piano e Pedro Santos, no acordeão, Quarteto Artemsax e Ensemble de Saxofones da Metropolitana).
Em coautoria com Lino Guerreiro, escreveu o livro “O Saxofone Pedagógico”, o primeiro método português para a aprendizagem do saxofone, editado pela AVA Musical Editions e com prefácio de Claude Delangle, Professor do Conservatório Superior de Música e Dança de Paris.
Gil Magalhães – Flauta Transversal
Gil Magalhães nasceu no Porto em 1974, tendo iniciado os estudos musicais com o seu pai, José Magalhães, aos 9 anos. Optou pela flauta transversal aos 13 anos, ingressando no Conservatório de Música do Porto e concluindo três anos mais tarde o curso de flauta na classe do professor Olavo Barros. Prosseguiu os seus estudos e frequentou Masterclasses com Wendy Quilan, Sabina Laurain, Aurele Nicolet, Felix Renggli, entre outros. Licenciado em Flauta Transversal na classe do professor Eduardo Lucena, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, concluiu a sua licenciatura com elevada classificação. Atualmente, no âmbito do curso de investigação conducente ao grau de Doutor em Performance Musical na Universidade de Aveiro, prepara a sua dissertação de tese de Doutoramento. Vencedor nas edições de 1988 e 1990 do 1ºPrémio Regional nos concursos da “Juventude Musical Portuguesa”, obteve também o 1º lugar nos concursos para a “Orquestra Sinfónica da Juventude Luso Francesa”, “Orquestra Portuguesa da Juventude”, “Orquestra Sinfónica das Escolas de Música” e “Orquestra Regional do Norte”. Foi flautista convidado na” RÉGIE SINFONIA” – Orquestra do Porto, tendo colaborado com outras formações orquestrais e camerísticas. De 1993 até 2004 foi flautista da Orquestra do Norte, 1ª Flauta solista “A” desde 1998, na qual realizou, durante este período, mais de 1200 concertos em Portugal, Espanha e França, tendo realizado vários concertos como solista. Trabalhou, entre outros, com os maestros Kristof Penderecky, Enrique Bátiz, Leo Brower, Roland Mélia, James Tuglle, e com intérpretes como Patricia Kopachinskaya, Eduardo Isaac, Duo Assad, Michel Lethiec, José Carreras, Andrea Bocelli e Scorpions. Participou na gravação de emissões para a RTP, SIC, Antena 2, bem como na diversa discografia da Orquestra do Norte. Em 2003 recebeu o convite do Maestro Enrique Batiz para, na qualidade de Flautista Co principal, integrar a Orquestra Sinfónica do Estado do México, na temporada 2004. Desde 2006, juntamente com o guitarrista Carlos Lima, forma o “ExpressOriente Duo”, projeto dedicado à música contemporânea e novas sonoridades. É desde 2008 1º Flauta da Orquestra da Universidade do Minho. De 1993 a 2004 foi Maestro/Diretor Artístico da Banda de Música de Sabrosa. De 2004 a 2012 foi Maestro/Diretor Artístico da Sociedade Artística – Banda de Música de Vale de Cambra. Teve o privilégio de dirigir solistas de prestígio como Maxence Larrieu, Michel Bellavance, Jean Louis Beaumadier, Wendela van Swol, Celso Voltzenlogel, Rogerio Zerlotti Wolf, Jérôme Laran, Philippe Portejoie, Artur Caldeira, entre outros. Atualmente, Gil Magalhães, é Professor Convidado Equiparado a Auxiliar no Departamento de Música da Universidade do Minho, no Conservatório de Música de Guimarães, e Maestro/Diretor Artístico da Banda de Música da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez. É, desde 2016, Sankyo Flute Artist.

Fábio Palma – Acordeão

Fábio Palma nasceu em Lagoa, Algarve. O seu percurso musical como aluno passou pela Academia de Música de Lagos e pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde adquiriu os graus de licenciado e mestre em ensino de música.
Participou em vários concursos nacionais e internacionais, enquanto músico solista e inserido em grupos musicais, tendo obtido excelentes classificações, com destaque para edições do concurso Folefest (1º prémio em solo e música de câmara), concurso de Jovens Interpretes de Caldas da Rainha (1º prémio ex-aequo), concurso Internacional de Acordeão de Castelfidardo, Itália (2º prémio em música de câmara) e Prémio Jovens Músicos (2º prémio em acordeão solo).
Entre 2013 e 2014, frequentou um curso de Acordeão e Técnica Alexander em Itália, com Claudio Jacomucci e Kathleen Delaney, onde abordou vários aspetos da performance e interpretação, associados com princípios de libertação técnica.
A sua perspetiva artística polivalente tem-lhe possibilitado explorar diferentes áreas da música, dentro do clássico e contemporâneo, jazz, folk, world music, fusion e bandas sonoras. Igualmente tem explorado outras áreas artísticas, individualmente e em grupo, como a recitação de poesia e a representação dramática.
Ao longo da sua carreira, tem sido convidado a participar em algumas gravações discográficas nacionais e internacionais, e igualmente estreado novas obras musicais.
Os seus alunos têm sido reconhecidos com excelentes prémios em vários concursos conceituados de acordeão.
Luís Gomes – Clarinete
Iniciou os seus estudos no Conservatório Nacional, sendo diplomado pela Escola Superior de Música de Lisboa (licenciatura), pelo Conservatório Superior de Roterdão (U.M.), e Mestrado em Psicologia e Pedagogia da Música na F.C.S.H. da Universidade Nova de Lisboa. Atualmente é doutorando em Música e musicologia na Universidade de Évora.
Enquanto estudante, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
Trabalhou com clarinetistas mundiais como: Guy Deplus, Michel Arrignon, Philipe Cuper, Walter Boykens, David Campbel, Josef Horák, Lorenzo Coppola e Henri Bok.
Obteve os seguintes prémios: 1º Prémio do Concurso da Juventude Musical Portuguesa. Solista e 1º Prémio – Música de Câmara, 1º Prémio de Música de Câmara do Prémio Jovens Músicos, 1º Prémio no Concurso «Cultura e Desenvolvimento», 2º Prémio do concurso televisivo «Ouvir e falar», 2º Prémio do Concurso «Cultura e Desenvolvimento» Música de Câmara, 3º Prémio Solista do Concurso Nacional de Clarinete de Setúbal e Prémio Melhor Interpretação da Obra Portuguesa.
Foi júri dos Concursos Nacionais da J.M.P, do Prémio Jovens Músicos, dos Concursos Internacionais de Clarinete Júlian Menendez (Ávila, Espanha), dos Concursos Internacionais de Clarinete Baixo (Espanha), do Concurso Internacional de Clarinete «Saverio M;ercadante» (Itália) e do Concurso Internacional de Clarinete VIMM (Croácia) e do Concurso Internacional de Clarinete do Tenerife (Espanha).
Foi solista das seguintes orquestras: Orquestra Mundial das Juventudes Musicais, Orquestra de Jovens do Mediterrâneo, Nova Filarmonia Portuguesa, Sinfónica Juvenil, Orquestra Portuguesa da Juventude.
Tocou a solo com a Orchestrutópica, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, o Grupo de Música contemporânea de Lisboa e a Banda Sinfónica da PSP. Colaborou regularmente com a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1989 e 2015, e ainda com as orquestras Sinfónica Portuguesa, Orchestrutopica, Sinfonietta de Lisboa e Metropolitana de Lisboa.
É membro fundador do Trio de Clarinetes de Lisboa (actual Quarteto de Clarinetes de Lisboa), do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, do Rumos Ensemble e é director da CULTIVARTE Associação Cultural.
É professor de clarinete da Escola de Música do Conservatório Nacional e da Universidade de Évora.
Luís Gomes é artista Selmer Paris (clarinetes), D’Addario Woodwinds (palhetas) e Wi&Fi (boquilhas).
Luís Oliveira Bôla – Tuba
Iniciou os seus estudos musicais na Escola Profissional de Artes da Beira Interior, prosseguindo-os na Academia Nacional Superior de Orquestra.
Obteve a Licenciatura e o Mestrado na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto na classe do professor Sérgio Carolino.
É membro fundador do Ensemble Português de Tubas “How Low Can You Go?!” e do quinteto de metais “Carnyx Brass”.
Participou em master classes de tuba orientados pelos grandes mestres do panorama tubístico como Sérgio Carolino, Roger Bobo, Gene Pokorny, Daniel Perantoni, Steve Rossé, Mel Cubertson, Roland Szenpáli, Shmuel Hershko,Anne Jelle Visser, Oystein Baadsvik entre outros..
Participou em várias orquestras de jovens, nomeadamente a orquestra Aproarte e a orquestra Bisyoc em Inglaterra.
Foi membro da Gustav Mahler JugendOrchester sob a direção artistíca de Claudio Abbado.
Como músico convidado apresentou-se com a Orquestra do Norte, Orquestra Filarmonia das
Beiras, a Orquestra Clássica do Centro e o Ensemble Orquestral do Porto.
Colabora regularmente com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra
Gulbenkian ,Orquestra Sinfónica Portuguesa ,Orquestra Filármonica Portuguesa e Banda Sinfónica Portuguesa.
Trabalhou com solistas e maestros de renome internacional tais como: Boris Berezovski, Hakan Hardenberger, Alisa Weilerstein, Thomas Hampson, Simon Tripceski, Mário Laginha e Yuja Wang.Com os maestros Olari Elts,Heinz Holliger, Michail Jurowsky, Joana Carneiro, Michael Sanderling, Lawrence Foster,Philippe Jordan, James Tuggle, , Christoph konig, , Peter Rundel, Joseph Swenson ,Eivind Gullberg Jensen, Gerard Swartz entre outros…
Luís foi premiado no I concurso nacional de sopros “Terras de La Sallete.”
Apresentou-se em concertos em Portugal, Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha, Holanda, Brasil e Argentina.
Orientou cursos de aperfeiçoamento em Vouzela, Águeda, Castro Daire, Santa Comba Dão,Troviscal,Branca, Espinho,Castelo de Paiva e Chaves.
Actualmente leciona tuba no Conservatório de Música de Coimbra ,Escola Profissional de Artes da Covilhã e Instituto Piaget de Viseu.

 

Classe de Improvisação

Estão abertas as inscrições para o ano letivo 2019/2020, para a classe de Improvisação, lecionada pelo professor Pedro Rocha, à 6ª feira, pelas 16h45 no Orfeão de Leiria.

Esta classe, dedica-se a fazer música de investigação privilegiando a música atonal, com ou sem sons pré-gravados. Qualquer pessoa que deseje participar pode fazê-lo mesmo que não saiba tocar um instrumento ou não tenha conhecimentos de música.

 

Conservatório Sénior

Benefícios – Parcerias

Diversas empresas entenderam colaborar com o Orfeão de Leiria através de protocolos que beneficiam  trabalhadores, associados e, em alguns casos, os familiares do 1º grau de parentesco, em preços de produtos ou serviços.

Trata-se de um esforço do Orfeão no sentido de beneficiar os seus colaboradores, entendendo também as empresas envolvidas que a associação dos seus nomes a uma Casa de Cultura com o prestígio do Orfeão é um indicador de relevo.

Para isto basta apresentar o cartão de desconto emitido pelo Orfeão de Leiria, que atesta que o associado está nas devidas condições estatutárias.

Assim, e para já, foi acordado o seguinte:

ENTIDADE BENEFICIÁRIOS BENEFÍCIOS
Farmácia Sanches  

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

Benefícios extensíveis aos familiares em 1º grau.

 

·         Medicamentos sujeitos a receita médica – 10% de desconto no valor a pagar pelo utente, com exceção dos medicamentos PVP ≥ a 50€ e em tiras de determinação de glicémia capilar;

·         Medicamentos não sujeitos a receita médica – 10% desconto;

·         Produtos de Dermocosmética e Higiene – 10% desconto

 

Não tem descontos em leites, papas e boiões para bebés, não acumulável com cartões de pontos (ex. cartões das Farmácias Portuguesas), nem outras promoções.

Clínica Dentária – São joão da Talha Trabalhadores

Alunos

Sócios

Benefícios extensíveis aos familiares em 1º grau.

 

·         Rastreio gratuito de diversas patologias orais, nutrição, psicologia, terapia da fala e fisioterapia;

·         20% Desconto conforme tabela de preços do serviço de medicina Dentária generalistas;

·         10% Desconto nos serviços de tratamento de Ortodontia, Prótese e Implantologia;

·         10% Desconto conforme tabela de preços dos serviços de nutrição, fisioterapia, terapia da fala e psicologia;

Descontos não acumuláveis

Americana – Papelaria SA  

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

·         10% Desconto – centro de cópias, papelaria, escrita, belas artes, brindes, livros não escolares e material de escritório;

·         5% Desconto – livros escolares e equipamentos;

Exceções: promoções, produtos com etiqueta de preço baixo, jogos santa casa, tabaco, jornais e revistas e lista afixada em cada loja.

You Care | Eurodiet |Visualpat | Clínicas d`epilação definitiva

 

 

 

Trabalhadores

Alunos

Sócios

Benefícios extensíveis aos familiares em 1º grau.

 

 

·         Rastreio gratuito de consulta de avaliação e diagnóstico;

·         Descontos de acordo com a lista de tratamentos em anexo, a solicitar nos serviços do Orfeão de Leiria

(varia entre os 10% e 40% – mediante o tratamento)

Descontos não acumuláveis com outras campanhas ou promoções em vigor

ISLA – Leiria  

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

Benefícios extensíveis aos familiares em 1º grau

 

 

·         15% Desconto do valor da propina mensal, relativa aos cursos ministrados;

 

Descontos não extensíveis a pagamentos de inscrição nos cursos, matrículas anuais, inscrição de exames e revisões de provas, bem como a alunos que não tenham aproveitamento.

Ginásio MaxiGym – Pousos  

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

 

 

·         Oferta jóia de inscrição (25€);

·         Oferta de uma mensalidade no valor de 30€, com livre trânsito, independentemente da forma de pagamento e horário livre.

 

Atelier de Papel

 

 

 

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

 

 

·         10% Desconto nos pacotes de 10 ou mais sessões/aulas.

·         10% Desconto sobre o valor de cursos e workshop’s pontuais, organizados e desenvolvidos pelo Atelier de Papel

CEFA  

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

 

·         10% Desconto nas aulas de Equitação

·         10% Desconto em Passeios a Cavalo

·         10% Aluguer de espaço para festas

·         10% Semana de Férias

 

Maloclinic – Leiria

 

 

 

 

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

 

·         100% Desconto Consulta de Avaliação (Plano de tratamento, Status Radiográfico e orçamento / Higiene Oral ( após aceitação de plano de tratamento.

·         10% Desconto Dentisteria e Endodontia

·         10% Desconto Prótese Fixa

·         10% Desconto Prótese Removível

·         10% Desconto Ortodontia

·         15% Desconto Cirurgia Oral

·         10% Desconto Imagiologia

·         10% Desconto Higiene Oral

·         15% Desconto Odontopediatria

Future Health Biobank

 

 

 

Trabalhadores

Alunos

Sócios

 

 . 20% de desconto sobre os preços tabelados nos serviços de criopreservação das células estaminais do sangue e tecido do cordão umbilical.