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23 ABR

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“Sons do Brasil”

Gileno Santana (trompete) & Orquestra das Beiras | Fernando Marinho, direção

Data

23 de abril de 2025 às 20:30:00

Classificação Etária

M/6

Local

Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

Entrada

10,00 €
| Sócios do Orfeão de Leiria: 50% desconto* | Alunos do Orfeão de Leiria: gratuito*
* bilhetes pessoais e intransmissíveis

Sinopse

Leiria será o cenário de um concerto imperdível – Sons do Brasil - protagonizado pelo aclamado trompetista luso-brasileiro Gileno Santana, que se juntará à prestigiada Orquestra das Beiras, sob a direção do maestro convidado Fernando Marinho. Esta apresentação única promete uma noite memorável, repleta de emoções e dedicada à celebração da vibrante e inconfundível música brasileira. Num evento singular em Portugal, destaca-se a fusão entre a música clássica e a MPB (Música Popular Brasileira), enriquecida pela participação de talentosos músicos da nova geração do jazz nacional, que se juntarão ao solista e à orquestra. O programa foi meticulosamente concebido, incluindo arranjos assinados por prestigiados compositores brasileiros e internacionais, alguns dos quais criados especialmente para esta ocasião. O repertório abrange clássicos intemporais que marcaram a história da música brasileira, como Garota de Ipanema, Carinhoso, Aquarela do Brasil e Tico tico no Fubá, entre outras joias da MPB. "Este é um dos concertos mais aguardados da minha vida", revelou Gileno Santana, manifestando grande entusiasmo por colaborar com uma das mais importantes orquestras do país. Este espetáculo promete ser um verdadeiro marco cultural, celebrando a riqueza e o legado da música brasileira através de uma colaboração única, que certamente tocará e encantará o público.

Programa

Alexandre Levy - Suite Brasileira

Tom Jobim - Insensatez

Pixinguinha - Rosa

Tom Jobim - Dindi

Noel Rosa - Com que Roupa

Pixinguinha - Carinhoso

Adriana Calcanhoto - Vambora

Gileno Santana - A Escolha

Tom Jobim - Garota de Ipanema

Pixinguinha - Um a Zero

Ary Barroso - Aquarela do Brasil

Zequinha Abreu - Tico tico no Fubá

Ficha Artística e Técnica

Orquestra das Beiras

Gileno Santana (trompete) e Banda

Fernando Marinho, maestro convidado

Biografia

Gileno Santana, músico luso-brasileiro nascido em Salvador, é uma figura importante no cenário musical atual. Graduou-se no Porto, onde desempenha também o papel de professor de trompete jazz no Conservatório de Música do Porto.

A versatilidade é uma das características mais poderosas de Gileno Santana, destacando-se tanto como lead trumpet quanto na música tradicional portuguesa. Seu conhecimento e domínio abrangente de vários estilos fizeram que a sua música ecoasse em todos os continentes o que o tornam uma figura única no cenário musical.

Hermeto Pascoal, renomado músico, elogiou publicamente Gileno Santana, afirmando que ele já havia nascido músico - um dos maiores reconhecimentos que já recebeu. Sua contribuição para a música foi reconhecida com a medalha de mérito da ordem dos músicos de São Paulo, além de ter sido o vencedor do prêmio internacional de bandas de jazz, Transnational BeJazz, em Berna, Suíça. O título de mérito pela Câmara Municipal de Newark-NJ também enriquece seu currículo.

O seu destaque vai além das fronteiras, sua notoriedade alcançou até mesmo instituições de prestígio, sendo o único luso-brasileiro a proferir palestras sobre improvisação na Harvard University e na Juilliard School. Além disso, teve a honra de ser o único luso-brasileiro a ser convidado para tocar na mítica Mingus Big Band.

A revista Time Out Lisboa nomeou o Gileno Santana como um dos melhores trompetistas portugueses de sempre, a destacar a sua posição como provavelmente o músico mais versátil de sua geração. O seu legado musical apesar de ainda ser bastante jovem, continua a ser solidificado o que dá bastante esperança para vermos o quão longe a música de Gileno Santana ainda pode chegar.

Fernando Marinho, maestro, Natural de Amarante, é diplomado com os cursos de flauta do Conservatório de Música do Porto, Escola Superior de Música de Lisboa e Academia Nacional Superior de Orquestra.

Licenciado em Ensino Básico, estudou pedagogia musical na Paedak e flauta no BrucknerKonservatorium Linz (Áustria), enquanto bolseiro Erasmus.

Como flautista tocou com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Remix Ensemble, Orchestre d'Harmonie de Jeunes de l'Union Européenne, entre outras. Trabalhou com reputados maestros, entre os quais Esa-Pekka Salonen, Lawrence Foster, Simone Young, Paavo Jarvi, François Xavier Roth, Lionel Bringuier, Michael Zilm e Peter Rundel.

Apresentou-se a solo com orquestra e foi laureado em concursos a nível nacional e internacional. Atuou em Espanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Áustria, Inglaterra, Holanda e China.

Estudou Direção com Jan Cober na Hogeschool Zuid – Conservatorium Maastricht (Holanda) e com Jean-Marc Burfin na Escola Superior de Música de Lisboa onde concluiu o Mestrado em Direção de Orquestra.

Frequentou masterclasses com Jean-Sebastien Béreau, Douglas Bostock, Roberto Montenegro, José Rafael Pascual Vilaplana, Baldur Bronniman, Timothy Reynish, Peter Rundel, Eugene M. Corporon e Ernst Schelle.

Foi maestro da Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional e é maestro das Orquestras do Conservatório de Música do Porto.

Dirigiu, enquanto maestro convidado, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra do Norte, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra de Câmara de Sintra, Orquestra de Câmara da Guarda Nacional Republicana, Portuguese Brass, Banda Sinfónica Portuguesa, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Banda Municipal de A Coruña, Banda de Música de Pontevedra, Artística de Merza, Municipal de Silleda e Orquestra de Câmara Ibérica (Espanha) e Muzikkorps der Bundeswehr (Alemanha).

Desde outubro de 2018 é Diretor Artístico da Orquestra do Norte.

A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direção de Fernando Eldoro, seu primeiro diretor artístico. Criada no âmbito de um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra. Entre 1999 e 2023 foi seu Diretor Artístico e Maestro Titular António Vassalo Lourenço. É composta por 31 músicos de cordas, sopros e percussão e a Direção Artística e Musical são atualmente da responsabilidade do Maestro Jan Wierzba. Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de ações de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de jovens músicos, democratizando e descentralizando a  oferta cultural, a OFB tem dado inúmeros concertos,  além de desenvolver frequentes e constantes atividades pedagógicas (programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de direção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).

Do seu vasto histórico de concertos constam participações nos principais Festivais de Música do país (Algarve, Aveiro, Coimbra, Estoril, Évora, Gaia, Guimarães, Leiria, Lisboa, Maia, Óbidos, Porto, Póvoa de Varzim, Festa da Música e Dias da Música do Centro Cultural de Belém) e do estrangeiro (Festival de Guyenne, França, em 1998,  Festival de Mérida, Espanha, em 2004, Concurso Internacional de Piano de Ferrol, Espanha, como orquestra residente, em 2007) ou importantes cooperações e co-produções com outros organismos artísticos. São estes os casos de espectáculos no Coliseu de Recreios de Lisboa (com a companhia Cirque du Soleil, em 2000) e no Coliseu do Porto (concertos Promenade); da interpretação da música de Bernardo Sassetti para o filme “Maria do Mar” de Leitão de Barros, desde 2001; da execução da ópera infantil “A Floresta”, de Eurico Carrapatoso, numa co-produção com o Teatro Nacional de São Carlos, Teatro São Luís, Teatro Aveirense e Teatro Viriato, em 2004, reposta em 2008; das colaborações com a Companhia Nacional de Bailado na produção dos bailados “Sonho de uma Noite de Verão”, com o encenador Heinz Spoerli, em 2004 e, em 2006,  “O Lago dos Cisnes” de Piotr Tchaikowsky, ambos sob a direção de James Tuggle. Em 2017, a OFB foi convidada a apresentar a banda sonora do cine-concerto “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, dirigido pela maestrina americana Sarah Hicks, uma estreia em Portugal. Em 2018 apresentou a banda sonora do segundo filme, “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”, sob a direção de Matthias Manasi. Em 2019, sob a direção do maestro britânico Timothy Henty, a OFB apresentou o terceiro filme desta saga, “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”, em 2020 apresentou o quarto filme, “Harry Potter e o Cálice de Fogo “, em 2022, a OFB apresentou o quinto filme desta saga, “Harry Potter e a Ordem da Fénix” e em 2023 interpretou o sexto filme da série, “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”.  Estes espetáculos fazem parte da série de filmes-concerto Harry Potter, promovida pela CineConcerts e a Warner Bros. Consumer Products, numa digressão global em celebração dos filmes de Harry Potter.

Ao longo da sua existência, a OFB tem sido regularmente dirigida por alguns maestros estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em atividade em Portugal. Tem colaborado com músicos de grande prestígio nacional e internacional, de onde se destacam os violinistas Régis Pasquier, Valentin Stefanov, Wojciech Garbowski, Alexandru Tomescu, Jack Liebeck, Eliot Lawson, Pedro Meireles e Ana Pereira, os violoncelistas Irene Lima, Paulo Gaio Lima, Marco Pereira e Filipe Quaresma, os flautistas Patrick Gallois, Felix Renggli e Istavn Matuz, os oboístas Pedro Ribeiro, Alex Klein, Jean Michel Garetti e Samuel Bastos, os pianistas Pedro Burmester, Jorge Moyano, António Rosado, Miguel Borges Coelho, Gabriela Canavilhas, Adriano Jordão, Anne Kaasa, Valery Starodubrovsky, Valerian Shiukaschvili, Ana Telles, Ruben Michili Nicolas Bourdoncle e Filipe Pinto-Ribeiro, os guitarristas Carlos Bonell, Alex Garrobé, Aliéksey Vianna, Jozef Zsapka, Paulo Vaz de Carvalho, Pedro Rodrigues e Paulo Soares, o saxofonista Henk van Twillert, assim como os cantores Elsa Saque, Elisabete Matos, Isabel Alcobia, Dora Rodrigues, Cristiana Oliveira, Lara Martins, Ana Quintans, Luísa Freitas, Cátia Moreso, Patrícia Quinta, Paula Dória, Carlos Guilherme, Mário Alves, Pedro Rodrigues, André Lacerda, Rui Taveira, Luís Rodrigues, Jorge Vaz de Carvalho, Armando Possante, José Corvelo, Nuno Dias, Tiago Matos e Mário Redondo ou José Carreras, sendo que os dois concertos realizados, em 2009, com este conceituadíssimo tenor constituirão, com toda a certeza, um marco para a história desta orquestra. Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos portugueses, sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores.

Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a Direção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI. Aí se incluem estreias de obras e primeiras audições modernas de obras de compositores dos Séculos XVIII e XIX. Neste contexto, da sua discografia fazem parte orquestrações do compositor João Pedro Oliveira sobre Lieder de Schubert, a Missa para Solistas, Coro e Orquestra de João José Baldi e as 3ª e 4ª Sinfonias de António Victorino d’ Almeida, sob a direcção do próprio (2009). Outras áreas musicais como a música para filmes ou o teatro musical são também incluídas, de forma a chegar ecleticamente ao público, através da colaboração  com diversos artistas do panorama nacional e internacional onde se incluem Maria João, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Luís Figueiredo, Filipe Melo, Filipe Raposo, Cláudia Franco, Stacey Kent, Carlos do Carmo, Mariza, Camané, Carminho, Gisela João, Cristina Branco, Rita Guerra, Rui Veloso, Rui Reininho, Sofia Escobar, Fernando Fernandes (FF), Paulo de Carvalho, David Fonseca, Luís Represas, João Gil, Vitorino, Janita Salomé, Manuela Azevedo, Dulce Pontes, Nuno Guerreiro, Ana Lains, André Sardet, Aurea, Boss AC, Alessandro Safina, Nancy Vieira, Paulo Flores, Gilberto Gil, Ivan Lins, e com os grupos Danças Ocultas, Xutos & Pontapés, Jáfumega, Ala dos Namorados, James, Quarteto do Rio e Capitão Fausto.

Estrutura Financiada pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes:

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