Viagem Cultural – Lisboa
Publicado em

Realizou-se no dia 15 maio, a Viagem Cultural do 3,º período letivo, a Lisboa.
Do programa constava uma visita guiada ao Jardim Botânico de Lisboa e uma visita livre ao Museu Nacional de História Natural e da Ciência, de manhã e, de tarde, a ida ao Teatro Camões para assistir ao último espetáculo, naquele Teatro, da Companhia Nacional de Bailado em colaboração com o Teatro Nacional D. Maria II, “Romeu e Julieta”, com coreografia de Rui Horta.
Apesar de ter começado mal, uma vez que não compareceram 5 dos inscritos, por razões de saúde, pelo menos de dois deles, originando a falta do respetivo acompanhante; apesar disso, a viagem apenas atrasou quinze minutos, tempo em que se tentou contactar quem não estava presente para saber se ia ou não.
Uma vez que não era possível a visita guiada ao Museu, houve alguma dificuldade em fazer o programa pois o grupo (42 pessoas) teve de ser dividido em dois, fazendo visitas alternadas; para mais, os dois espaços a visitar não tinham o mesmo horário de abertura (9 h no Jardim e 11 h no Museu). Para reduzir as dificuldades dos participantes, organizou-se um roteiro, um pouco maior do que é habitual para se poderem dar informações que facilitassem, particularmente, a visita ao Museu.
Num confortável autocarro da Rodoviária, serenamente conduzido, chegou-se à hora prevista e iniciou-se a visita. A guia que acompanhou os grupos, bióloga, fez um bom trabalho, aplicando ao grupo algumas estratégias que utiliza com as crianças que fazem a mesma visita. Aprendeu-se alguma coisa de Botânica, desfizeram-se alguns mitos e acentuou-se a consciência da necessidade do conhecimento para não ter atitudes que afetem a importante relação dos seres vivos com o ambiente.
O espetáculo foi decerto surpresa para muitos dos participantes. De facto, por falta de contacto e de conhecimento deste tipo de dança, não é fácil absorver a subtileza do trabalho de transposição de “Romeu e Julieta”, que toda a gente conhece, para um contexto de problemas muito atuais. Mas é também a ver e ouvir novas expressões de Arte, neste caso da Dança, que aprendemos a apreciar as várias correntes artísticas e, como refere o Hino do CSOL, queremos aprender até morrer. Espera-se que esta viagem tenha permitido cumprir o que diz o Hino e todos tenham aprendido mais alguma coisa.

Dra. Adelaide Pinho
Coordenadora CSOL
maio 2016

SAMSUNG CAMERA PICTURES

SAMSUNG CAMERA PICTURES

SAMSUNG CAMERA PICTURES

SAMSUNG CAMERA PICTURES


Os comentários estão fechados.